O teu trabalho te realiza?


Ultimamente o que mais ouço de clientes e pessoas próximas, é que estão repensando e optando por mudar de área ou deixar seus empregos relativamente bem remunerados para ir em busca de empresas que tenham reconhecimento ou mesmo abrir a sua própria empresa, é o que tenho falado bastante ultimamente “salário emocional”, mesmo ganhando um pouco menos no início, mas que tenha plano de carreira, engajamento por parte da empresa, que tenha uma visão mais horizontal, qualificando os talentos dos colaboradores e dando mais autonomia, mais PROPÓSITO.


Quantas vezes você já falou pra você mesmo(a):


“Minha vida começa quando eu chego do trabalho” para descrever a sensação de alívio e se sentir realmente completo em raros momentos de felicidade que você experimenta entre a jornada de oito horas – de segunda a sexta-feira dedicados a preencher documentos, tarefas e metas.


E eu quero te fazer uma pergunta: Você acha que é possível ser feliz no trabalho?


Eu afirmo que sim.


Mas a felicidade deve ser perseguida; ela não vai cair no teu colo.


Tenzin Gyatso, um mestres budista, afirma: “para se aproximar da felicidade primeiro é necessário identificar as causas da nossa infelicidade e as causas da nossa felicidade; depois, extinguir os primeiros e estimular os segundos”.

Se você identificar um dos sintomas descritos abaixo você pode estar insatisfeito com o seu trabalho:


Aqui estão três sintomas bastante comuns de infelicidade no trabalho. Identificar estes comportamentos é a primeira etapa para combatê-los.


1. Não gosta de domingo ou segunda-feira


Tem muita gente que não gosta do domingo. Acha-o um dia “morto”, sem graça. Geralmente, o motivo de torcer o nariz para o domingo é a antecipação do sentimento pelo início de uma nova semana útil. Em outras palavras: domingo lembra que, daqui a pouco, será segunda-feira, dia de acordar cedo, enfrentar trânsito, trabalhar, ambiente tóxico, pessoas desalinhadas com os seus valores.

Se você lamenta o início de uma semana de trabalho é porque, em maior ou menor grau, está infeliz fazendo o que faz.


2. Pensa em fazer o que gosta apenas quando se aposentar


É comum ouvir profissionais de 30 ou 40 anos, com um longo trajeto pela frente, imaginar o futuro como algo mágico, um tempo para a felicidade.

Quantas vezes ouvimos de pessoas próximas frases como “quando eu me aposentar, vou abrir um negócio, morar na praia, fazer o que gosto”?

Ora, você concorda que é necessário esperar até a aposentadoria para realizar suas paixões?


3. Você troca infelicidade por Dinheiro


Acontece muito, mas quase nunca percebemos: o profissional está insatisfeito com algo no trabalho e diz: “se ao menos eu tivesse um salário maior…”.

Entendo que esta é uma forma de encontrar compensação financeira para a frustração. É de se imaginar que, se este profissional ganhasse mais, a infelicidade seria justificável e bem recebida. Cuidado este é o maior erro!

Não há aumento ou bônus que pague sua insatisfação diária (a menos que sua infelicidade se origine no salário que você considera baixo).


Mas neste caso, faça estas duas perguntas para si mesmo(a):


1) Você trabalha só por dinheiro ou também para se sentir realizado(a) e satisfeito(a)?


2) Será que o problema realmente é apenas financeiro?


Quer fazer mais e melhor para a única pessoa responsável por você: VOCÊ!




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