A Psicologia Positiva é um movimento científico que redefiniu e expandiu o campo da Psicologia. Iniciou em 1998, quando o psicólogo Martin Seligman, conhecido mundialmente por suas pesquisas sobre depressão e otimismo.

Assim o mesmo difundiu e escreveu sistematicamente artigos sobre a necessidade de mudança no foco das contribuições da Psicologia, da doença mental para as motivações, capacidades e potenciais humanos. Seligman ressaltava que a Psicologia não era apenas o estudo da fraqueza e da doença, mas também o estudo das forças e virtude humanas. Tratar não significa apenas consertar o que está com defeito, mas também cultivar o que temos de melhor.

 

Para fundar este movimento científico, que chamou de Psicologia Positiva, Seligman convidou o psicólogo Mihaly Csikszentmihalyi, autor da teoria das experiências ótimas de fluxo na consciência (Flow), e que há mais de 3 décadas pesquisava estados mentais positivos, como felicidade, motivação e criatividade. Assim, com a finalidade de resgatar os interesses sobre os aspectos positivos da vida e do ser humano, mas utilizando apenas métodos científicos consagrados, Martin Seligman e Mihaly Csikszentmihalyi estabeleceram a Psicologia Positiva. Frequentemente, a Psicologia Positiva é definida como o estudo das coisas que fazem a vida valer a pena ser vivida, e o primeiro tema escolhido para inaugurar o movimento foi o estudo científico da Felicidade.

Minha definição é que a Psicologia Positiva é pautada em três aspectos positivos fundamentais da vida: BEM-ESTAR, FELICIDADE E PROPÓSITO – e aspectos positivos do ser humano – como talentos e virtudes, valores pessoais,resiliência, compaixão, gratidão, criatividade, motivação, generosidade, otimismo, amor, esperança. 

Nos meus atendimentos sejam eles online ou presenciais, individuais ou em grupo, abertos ou in company utilizo a Psicologia Positiva aliada ao Coaching originando a COACHTERAPIA.

FORÇAS DE CARÁTER

Um grupo de pesquisadores procurou na história as virtudes em comum entre os seres humanos, valorizadas em quase todas as culturas  – desde a Bíblia e o Alcorão, até as filosofias de Aristóteles e de Platão. O objetivo era criar uma linguagem comum dos valores positivos da sociedade.

Eles encontraram seis virtudes universais – Sabedoria, Humanidade, Coragem, Justiça, Moderação e Transcendência – e passaram a identificar meios que as virtudes poderiam ser desenvolvidas e mensuradas.

Assim, as 24 forças de caráter foram criadas. Basicamente, elas são os ‘caminhos’ para desenvolver as virtudes.

Por exemplo:

 

As pessoas sábias (virtude Sabedoria) tendem a ser curiosas, criativas ou têm a mente aberta (forças de caráter).

 

Já as pessoas corajosas (virtude Coragem) possuem as forças de bravura e perseverança.

Cada pessoa tem um conjunto de forças.

 

Pra descobrir as suas, existe o teste oferecido pelo Via Institute on Character (Organização Internacional) responsável pelos estudos e fomentação das forças de caráter.